Vaidades

27/10/2008 – 22:59
Tenho fome de vaidade, gosto de ter e ser de alguém.
Alimento o meu ego sempre que recebo elogios… sou humano.
A conquista me fascina e o impossível me provoca,
Com isso me mantenho vivo.
A morte é mais uma noite de sonhos sem fim.
Jogo sempre o que não tenho e ganho aquilo que não preciso.
Detestruo só o que necessito, e sei que isto parece incoerente.
Mesmo assim busco oequilibrio.
A loucura é minha sombra, e a razão meu reflexo,
O mundo só surgiu a partir do momento
Que do nada eu nasci.
Sou eterno !
E por isto serei esquecido.
Mas enquanto posso escolher,
Qualquer coisa serve.
Depois quando a escases me obrigar a ter o resto,
Negarei até mesmo o meu nome.
Serei apenas o espirito de Nero,
E incendiarei os pensamentos,
Das cinzas voarei mar a dentro,
E como Narciso renascerei.
Serei Icaro,
Serei qualquer um… serei um anjo.
Serei você.

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