Drácula

Os filmes de Drácula já não assustam mais ninguém, na verdade há poesia na tela, pois Drácula acaba sendo vitima de uma trama religiosa. Lembro que a era medieval era uma época de leis severas e ditadura religiosa. A igreja era soberana e usava a força para manter seu império.  Todos conhecem através de filmes a quantidade de mortes imposta pela igreja. na enciclopédia wikipédia encontrei : O Conde Drácula do livro de Bram Stoker pode ter sido inspirado no personagem histórico Príncipe Vlad Tepes, que nasceu em 1431 e governou o território que corresponde à atual Romênia. Nessa época, a Romênia estava dividida entre o mundo cristão e o mundo muçulmano,(Turquia). Vlad III ficou conhecido pela perversidade com que tratava seus inimigos. Embora não fosse um vampiro, sua crueldade alimentava o imaginário de modo que logo passou para o conhecimento popular como um vampiro. O pai de Vlad III, Vlad II, era membro de uma sociedade cristã chamada Ordem do Dragão, criada por nobres da região para defender o território da invasão dos turcos otomanos. Por isso Vlad II era chamado de DraculDragão, membro da ordem – e, por conseqüência, seu filho passou a ser chamado Draculea, filho do dragão, isto porque em romeno “ea” significa filho, daí a junção.  Eu adora assistir os filmes de Drácula, e com o passar dos tempos e os efeitos especiais o filme tem se tornado um poema. A cena da lágrima que se transforma em diamante… é tudo de bom.

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